sexta-feira, 11 de junho de 2010

NASA CONFIRMA SUSPEITAS PARA 201211jun10

A NASA (Agência Espacial Norte-Americana) acaba de confirmar aquilo que os calendários da civilização Maia já sabiam há séculos: o fim do mundo ocorrerá em 2012!!! Este é o ano no qual a NASA confirma que ocorrerá aquela que os cientistas já estão chamando de “a mãe todas as tempestades solares”. E, para aqueles que ainda não estão informados, tem havido ampla divulgação por publicações especializadas em Arqueologia o fato de que os calendários Maias não se estendem além do dia 21 de dezembro de 2012. Por quê? Pois bem, eis a questão! Nenhum dos cientistas conseguiu até hoje uma explicação razoável. Por isso, e também por cálculos recentes feitos pela Sociedade Americana de Astronomia, o pânico e a histeria começam a tomar conta de boa parte dos cientistas, já que os Maias estão incluídos há muito tempo na lista dos povos mais avançados em Astronomia do mundo antigo.


“Será um dia no qual não adiantará usar filtros solares com fator 100 de proteção”, afirma de maneira lúgubre o Dr. Donald Duck, chefe do Departamento de Pesquisas em Tempestades Solares da Agência Espacial Norte-Americana.


Fonte:http://www.julela.com/2008/10/nasa-confirma-suspeitas-para-2012.html

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Número de mortos no terremoto no Chile passa de 120
45 minutos atrás



Por Redação Yahoo! Brasil




Um terremoto de mais de 8 graus na escala Richter causou neste sábado mais de 120 mortos, segundo relatos iniciais das autoridades do Chile, e uma grande destruição no centro e no sul do País.


Às 03h36 deste sábado, quando a maioria dos 17 milhões de chilenos ainda dormiam, ocorreu o tremor que, segundo os analistas, foi 50 vezes mais poderoso que o sismo do Haiti em 12 de janeiro. O número de mortes é bem menor porque o Chile é um país mais bem preparado para terremotos, devido ao seu extenso histórico de tragédias desse tipo.


O Instituto Geológico dos Estados Unidos atribuiu ao tremor uma magnitude de 8,8 graus na escala Richter e situou seu epicentro na região sulina de Bio-Bio, a 500 quilômetros de Santiago e a cerca de 90 quilômetros ao sudeste de Concepción, a capital regional.


No entanto, o Instituto Sismológico da Universidad de Chile disse que o tremor alcançou 8,3 graus na escala Richter e teve o epicentro no litoral, a 63 quilômetros ao sudoeste da cidade de Cauquenes, no limite entre as regiões do Bio-Bio e Maule, mais ao norte.


De acordo com os relatórios das autoridades chilenas, Maule, a 300 quilômetros de Santiago, foi a mais atingida. Também ocorreram mortes na região metropolitana de Santiago, O'Higgins, Bio-Bio, Araucania e Valparaíso.





A presidente Michelle Bachelet, que chegou ao Escritório Nacional de Emergência (Onemi) poucos minutos depois do terremoto, viajou a Maule antes do meio-dia, para ver de perto os efeitos do terreno na área.


Todo o território entre as regiões de Valparaíso e Araucania foi declarado em estado de catástrofe pelo Governo, que imediatamente começou a contabilizar os danos materiais, que incluem queda de pontes e passarelas nas estradas que ligam Santiago ao sul do país.


As autoridades recomendaram os chilenos a não viajar, salvo por extrema necessidade, enquanto as cidades atingidas, entre estas a capital, permanecem quase paralisadas.


Em Santiago, não está funcionando a ferrovia subterrânea e o transporte de superfície está bastante reduzido. O aeroporto internacional foi fechado devido alguns danos na torre de controle e no terminal de passageiros.


Em princípio, as autoridades informaram que o aeroporto estaria fechado por 24 horas. Mais tarde, no entanto, a medida foi estendida para 48 horas e fontes aeronáuticas não descartam uma nova prorrogação da paralisação.


Isso colocou em suspenso a realização do 5º Congresso da Língua, que deveria começar em Valparaíso na próxima terça-feira, com a participação dos Reis da Espanha.





O terremoto se estendeu por mais de 800 quilômetros da geografia chilena, com intensidades de até 9 graus na escala internacional de Mercalli, que vai de 1 a 12, segundo as autoridades. O tremor foi sentido também no Brasil, na Argentina, na Bolívia, no Paraguai e no Peru, sem registro de vítimas ou danos materiais.


Até as 12h, mais de 20 réplicas haviam sido registradas no Chile, com magnitude superior a 5 graus na escala Richter.


O tremor levou a maioria dos países do Pacífico a lançarem alertas de tsunamis, algo que a Marinha chilena descartou, apesar de alguns episódios de ressacas em algumas localidades. Austrália e Japão estão entre os que demonstram maior preocupação. No Havaí, o governo americano estima que uma grande onda de até dois metros chegue por volta das 18h20 (horário de Brasília) deste sábado.




No arquipélago de Juan Fernández, a 600 quilômetros do litoral chileno, uma onda de 7 metros atingiu uma localidade, onde aldeões disseram às emissoras de rádio que havia três desaparecidos. A Marinha chilena iniciou a evacuação de alguns setores da Ilha de Páscoa, localizada a 3.500 km da costa do Chile no Oceano Pacífico, devido ao risco de formação de ondas gigantes após o terremoto. Ondas consideráveis já danificaram algumas casas na localidade de Iloca, na região do Maule e na Ilha de Páscoa, apesar de esta ficar a 3,6 mil quilômetros da região afetada. As autoridades locais evacuaram Hanga Roa, o principal povoado do lugar e capital da ilha.

Apesar de estarem acostumados a viver sobre um solo agitado por uma média de 20 tremores diários, a maior parte imperceptível para a população, os chilenos seguem buscando uma resposta para estes fortes golpes da natureza. Uma delas é que o Chile está situado no "Anel de Fogo", uma das regiões mais sísmicas de todo o mundo.

Estatisticamente, a interação entre as placas tectônicas de Nasza e da América do Sul produz um sismo destruidor a cada 10 anos, uma média de 20 pequenos tremores diários e quase 4 mil movimentos sísmicos anuais, segundo o Instituto de Geofísica da Universidad de Chile.

A história sísmica do Chile remonta a 28 de outubro de 1562, quando 2 mil pessoas morreram na região de Concepción, a 520 quilômetros ao sul de Santiago. Desde então, o Chile sofreu 83 grandes terremotos, que nos últimos 50 anos causaram 40.265 vítimas mortais.

O último grande sismo que atingiu o norte do Chile ocorreu em 30 de julho de 1995, quando um terremoto de 7,8 graus na escala Richter sacudiu a cidade de Antofagasta, a 1.368 quilômetros de Santiago, com mortos, feridos e danos consideráveis.

Os brasileiros que queiram informações sobre parentes e amigos no Chile podem ligar para o Consulado do País no Rio de Janeiro: (21) 3579 9658 / (21) 3579 9660 / (21) 3579 9761.

Com informações da AFP, Agência Estado, EFE e Reuters