2012 – O fim do mundo
2012, alinhamento dos planetas, calendário maia, fim do mundo, iching, profecias 2012
Várias profecias de culturas antigas estão convergindo para uma data: dezembro de 2012, e ao que tudo indica, algo muito forte poderá ocorrer.
A principal dela, se refere ao calendário Maia, desenvolvido há cerca de 3 mil anos por um povo muito rico culturamente, e que tinha como ponto forte a matemática e a astrologia, já que nessa época já haviam previsto todos os eclipses que vivenciamos atualmente, seu calendário era baseado nas estrelas, e para cada 20 anos, chamado por eles de katún, existe uma profecia para cada katún, e no último, ele diz que em 2012 terminará o mundo como nós o conhecemos.
calendário maia
Segundo a astrologia, nessa data teremos o alinhamento completo de todos os planetas do sistema solar, que além de estarem alinhados entre s í, estarão alinhados com o centro da via láctea, fato que ocorre a cada 26.000 anos, algumas pessoas suspeitam que isso pode alterar o fluxo magnético da terra, podendo até fazer com que ela mude seu eixo de rotação, girando para o lado oposto, detalhe que o alinhamento dos planetas já tinha sido previsto pelos maias há 3 mil anos atráz, nos últimos anos foi confirmado também pela astrologia moderna.
alinhamento dos planetas
Passando pela cultura chinesa, o cientista Terrance McKenna ordenou o I Ching (oráculo chinês que é usado entre eles até hoje) em um quadrado perfeito segundo suas formas geométricas, seus pontos mais altos positivos e negativos sempre representavam algo notório na humanidade, como a chegada do homem a Lua (esse no alto) e as duas guerras mundiais (esses bem abaixo) e seu ponto mais baixo, e último, se refere cronologicamente ao fim do ano de 2012.
simulação do programa que gerou a cronologia do i ching
Você estaria pronto para o fim do mundo? Teria realizado todos seus sonhos? Morreria com a consciência pesada por não ter feito algo?
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Destruição provocada pelo terremoto no Japão
Situado no continente asiático, o Japão ocupa uma área de 377.801 quilômetros quadrados e abriga uma população de aproximadamente 126,9 milhões de pessoas. Seu território está localizado em uma das áreas mais sísmicas do planeta (no limite da placa tectônica Euroasiática), numa zona de convergência de placas tectônicas, denominada “Círculo do Fogo do Oceano Pacífico”.
Essa instabilidade tectônica é consequência de uma zona de convergência que envolve as placas do Pacífico, Euroasiática Oriental, Norte-Americana e das Filipinas. O encontro desses blocos que compõem a camada sólida externa da Terra é responsável por constantes terremotos, tsunamis, além de intensa atividade vulcânica na região.
Portanto, os terremotos e tsunamis são fenômenos relativamente comuns no Japão – dois em cada dez terremotos no mundo com magnitude superior a 6 graus na escala Richter atingem o país. Um dos piores desastres ocorreu em 1993, quando um tremor de magnitude de 8,1 graus atingiu a Região Metropolitana de Tóquio, provocando a morte de mais de 3 mil pessoas.
No entanto, no dia 11 de março de 2011, às 14:46 (2:46 em Brasília), o país foi atingido por um terremoto de magnitude de 9 graus na escala Richter, segundo informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), sendo considerado o pior terremoto do Japão e o quarto pior já registrado no mundo.
O abalo sísmico ocorreu a 24 quilômetros de profundidade, com epicentro no oceano Pacífico, a 160 quilômetros da costa. Em seguida, outros abalos de magnitude superior a 5 graus foram registrados. O terremoto desencadeou um tsunami com ondas de até 10 metros de altura que atingiram a costa nordeste do Japão, sobretudo a cidade de Sendai, na ilha de Honshu.
As ondas invadiram a cidade e provocaram mortes e a destruição de casas e ruas. Milhões de residências ficaram sem energia elétrica, cerca de 80 estabelecimentos foram incendiados e houve vazamento de material radioativo de uma usina nuclear. Autoridades japonesas divulgaram que 9.079 pessoas morreram e milhares ficaram feridas. Esses danos só não foram piores porque o país possui construções de boa qualidade e realiza treinamentos (simulações) com a população de como agir durante terremotos.
Apesar da grande distância, Filipinas, Havaí e Indonésia foram atingidos por ondas causadas por esse terremoto, porém, não houve destruição.
Situado no continente asiático, o Japão ocupa uma área de 377.801 quilômetros quadrados e abriga uma população de aproximadamente 126,9 milhões de pessoas. Seu território está localizado em uma das áreas mais sísmicas do planeta (no limite da placa tectônica Euroasiática), numa zona de convergência de placas tectônicas, denominada “Círculo do Fogo do Oceano Pacífico”.
Essa instabilidade tectônica é consequência de uma zona de convergência que envolve as placas do Pacífico, Euroasiática Oriental, Norte-Americana e das Filipinas. O encontro desses blocos que compõem a camada sólida externa da Terra é responsável por constantes terremotos, tsunamis, além de intensa atividade vulcânica na região.
Portanto, os terremotos e tsunamis são fenômenos relativamente comuns no Japão – dois em cada dez terremotos no mundo com magnitude superior a 6 graus na escala Richter atingem o país. Um dos piores desastres ocorreu em 1993, quando um tremor de magnitude de 8,1 graus atingiu a Região Metropolitana de Tóquio, provocando a morte de mais de 3 mil pessoas.
No entanto, no dia 11 de março de 2011, às 14:46 (2:46 em Brasília), o país foi atingido por um terremoto de magnitude de 9 graus na escala Richter, segundo informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), sendo considerado o pior terremoto do Japão e o quarto pior já registrado no mundo.
O abalo sísmico ocorreu a 24 quilômetros de profundidade, com epicentro no oceano Pacífico, a 160 quilômetros da costa. Em seguida, outros abalos de magnitude superior a 5 graus foram registrados. O terremoto desencadeou um tsunami com ondas de até 10 metros de altura que atingiram a costa nordeste do Japão, sobretudo a cidade de Sendai, na ilha de Honshu.
As ondas invadiram a cidade e provocaram mortes e a destruição de casas e ruas. Milhões de residências ficaram sem energia elétrica, cerca de 80 estabelecimentos foram incendiados e houve vazamento de material radioativo de uma usina nuclear. Autoridades japonesas divulgaram que 9.079 pessoas morreram e milhares ficaram feridas. Esses danos só não foram piores porque o país possui construções de boa qualidade e realiza treinamentos (simulações) com a população de como agir durante terremotos.
Apesar da grande distância, Filipinas, Havaí e Indonésia foram atingidos por ondas causadas por esse terremoto, porém, não houve destruição.
Charles F. Richter, criador da escala Richter
Durante o anúncio de um terremoto, sempre é falado sobre quantos graus o fenômeno atingiu na escala Richter. Mas afinal, o que é e como funciona essa unidade de medida?
A escala Richter foi criada em 1935 pelo sismólogo estadunidense Charles F. Richter, integrante do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Richter, para a realização de sua escala, analisou as ondas sísmicas e coletou números de vários terremotos anteriormente registrados. Essa escala foi desenvolvida para medir a magnitude dos terremotos, que consiste no ato de quantificar a energia liberada no foco do terremoto.
É uma escala que se inicia no grau zero e é infinita (teoricamente), no entanto, nunca foi registrado um terremoto igual ou superior a 10 graus na escala Richter. Um dos fatores é que ela se baseia num princípio logarítmico, ou seja, um terremoto de magnitude 6, por exemplo, produz efeitos dez vezes maiores que um outro de 5, e assim sucessivamente. Os terremotos mais violentos já registrados atingiram 9,2 graus, no Alasca, em 1964, e 9,5 graus, em 1960, no Chile. Os dois apresentam magnitudes altíssimas, podendo causar destruição total de lugares habitados, porém, no primeiro caso, o sismo atingiu uma região pouco habitada. Já o terremoto no Chile, em 1960, atingiu uma área muito habitada, causando a morte de, aproximadamente, 5.700 pessoas, além de deixar mais de 2 milhões de feridos.
O poder de destruição de um terremoto não está relacionado apenas à sua magnitude, ou seja, nem sempre um sismo de maior magnitude será mais destrutivo que um de menor magnitude. Vários fatores influenciam nesse fenômeno: profundidade do hipocentro (ponto interior onde ocorre a fratura principal), a distância entre o ponto e o epicentro (local onde é registrada a maior magnitude dos abalos), as condições geológicas e a estrutura de engenharia dos edifícios atingidos.
Em locais habitados, os terremotos podem ter, na maioria das vezes, os seguintes efeitos:
- Inferiores a 3,5 graus: raramente são notados.
- De 3,5 a 5,4 graus: geralmente sentido, mas raramente causa danos.
- Entre 5,5 a 6 graus: provocam pequenos danos em edifícios bem estruturados, no entanto, seus efeitos são arrasadores em edifícios de estrutura precária.
- De 6,1 a 6,9 graus: causa destruição em áreas de até 100 quilômetros de raio.
- De 8 a 8,5 graus: é considerado um abalo fortíssimo, causando destruição da infraestrutura.
- De 9 graus: destruição total.
Durante o anúncio de um terremoto, sempre é falado sobre quantos graus o fenômeno atingiu na escala Richter. Mas afinal, o que é e como funciona essa unidade de medida?
A escala Richter foi criada em 1935 pelo sismólogo estadunidense Charles F. Richter, integrante do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Richter, para a realização de sua escala, analisou as ondas sísmicas e coletou números de vários terremotos anteriormente registrados. Essa escala foi desenvolvida para medir a magnitude dos terremotos, que consiste no ato de quantificar a energia liberada no foco do terremoto.
É uma escala que se inicia no grau zero e é infinita (teoricamente), no entanto, nunca foi registrado um terremoto igual ou superior a 10 graus na escala Richter. Um dos fatores é que ela se baseia num princípio logarítmico, ou seja, um terremoto de magnitude 6, por exemplo, produz efeitos dez vezes maiores que um outro de 5, e assim sucessivamente. Os terremotos mais violentos já registrados atingiram 9,2 graus, no Alasca, em 1964, e 9,5 graus, em 1960, no Chile. Os dois apresentam magnitudes altíssimas, podendo causar destruição total de lugares habitados, porém, no primeiro caso, o sismo atingiu uma região pouco habitada. Já o terremoto no Chile, em 1960, atingiu uma área muito habitada, causando a morte de, aproximadamente, 5.700 pessoas, além de deixar mais de 2 milhões de feridos.
O poder de destruição de um terremoto não está relacionado apenas à sua magnitude, ou seja, nem sempre um sismo de maior magnitude será mais destrutivo que um de menor magnitude. Vários fatores influenciam nesse fenômeno: profundidade do hipocentro (ponto interior onde ocorre a fratura principal), a distância entre o ponto e o epicentro (local onde é registrada a maior magnitude dos abalos), as condições geológicas e a estrutura de engenharia dos edifícios atingidos.
Em locais habitados, os terremotos podem ter, na maioria das vezes, os seguintes efeitos:
- Inferiores a 3,5 graus: raramente são notados.
- De 3,5 a 5,4 graus: geralmente sentido, mas raramente causa danos.
- Entre 5,5 a 6 graus: provocam pequenos danos em edifícios bem estruturados, no entanto, seus efeitos são arrasadores em edifícios de estrutura precária.
- De 6,1 a 6,9 graus: causa destruição em áreas de até 100 quilômetros de raio.
- De 8 a 8,5 graus: é considerado um abalo fortíssimo, causando destruição da infraestrutura.
- De 9 graus: destruição total.
Destruição causada por um terremoto
Terremotos, também chamados de abalos sísmicos, são tremores passageiros que ocorrem na superfície terrestre. Esse fenômeno natural pode ser desencadeado por fatores como atividade vulcânica, falhas geológicas e, principalmente, pelo encontro de diferentes placas tectônicas.
Conforme a teoria da Deriva Continental, a crosta terrestre é uma camada rochosa fragmentada, ou seja, ela é formada por vários blocos, denominados placas litosféricas ou placas tectônicas. Esses gigantescos blocos estão em constante movimento, podendo se afastar (zona de divergência) ou se aproximar (originando uma zona de convergência).
Nas zonas de convergência pode ocorrer o encontro (colisão) entre diferentes placas tectônicas ou a subducção (uma placa mais densa “mergulha” sob uma menos densa). Esses fatos produzem acúmulo de pressão e descarga de energia, que se propaga em forma de ondas sísmicas, caracterizando o terremoto.
O local onde há o encontro entre as placas tectônicas é chamado de hipocentro (no interior da Terra) e o epicentro é o ponto da superfície acima do hipocentro. As consequências podem ser sentidas a quilômetros de distância, dependendo da proximidade da superfície que ocorreu a colisão (hipocentro) e da magnitude do terremoto.
Demonstração do hipocentro (foco) e do epicentro de um terremoto
A magnitude é a quantidade de energia liberada no foco do terremoto, sendo medida a partir de uma escala denominada Escala Richter. A intensidade é a consequência causada pela ação do sismo, a destruição provocada por esse fenômeno. A escala mais utilizada para se classificar a intensidade é a de Mercalli.
Entre os efeitos de um terremoto de grande magnitude em áreas povoadas estão a destruição da infraestrutura (ruas, estradas, pontes, casas, etc.), além de mortes. Os sismos nos oceanos provocam a formação de ondas gigantes (tsunamis). Essas ondas podem atingir as áreas continentais, gerando grande destruição.
Milhares de terremotos ocorrem diariamente no mundo. No entanto, a maioria apresenta baixa intensidade e tem hipocentro muito profundo, sendo assim, os terremotos são pouco percebidos na superfície terrestre. O Japão, localizado em uma zona muito sísmica, é atingido por centenas de terremotos por dia.
Os lugares mais atingidos por terremotos são os territórios localizados em zonas de convergência de placas, em especial os países situados nos limites das placas tectônicas. Entre as nações que estão nessa situação podemos destacar o Japão, Indonésia, Índia, Filipinas, Papua Nova Guiné, Turquia, Estados Unidos da América, Haiti, Chile, entre outras.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
sexta-feira, 11 de junho de 2010
NASA CONFIRMA SUSPEITAS PARA 201211jun10
A NASA (Agência Espacial Norte-Americana) acaba de confirmar aquilo que os calendários da civilização Maia já sabiam há séculos: o fim do mundo ocorrerá em 2012!!! Este é o ano no qual a NASA confirma que ocorrerá aquela que os cientistas já estão chamando de “a mãe todas as tempestades solares”. E, para aqueles que ainda não estão informados, tem havido ampla divulgação por publicações especializadas em Arqueologia o fato de que os calendários Maias não se estendem além do dia 21 de dezembro de 2012. Por quê? Pois bem, eis a questão! Nenhum dos cientistas conseguiu até hoje uma explicação razoável. Por isso, e também por cálculos recentes feitos pela Sociedade Americana de Astronomia, o pânico e a histeria começam a tomar conta de boa parte dos cientistas, já que os Maias estão incluídos há muito tempo na lista dos povos mais avançados em Astronomia do mundo antigo.
“Será um dia no qual não adiantará usar filtros solares com fator 100 de proteção”, afirma de maneira lúgubre o Dr. Donald Duck, chefe do Departamento de Pesquisas em Tempestades Solares da Agência Espacial Norte-Americana.
Fonte:http://www.julela.com/2008/10/nasa-confirma-suspeitas-para-2012.html
A NASA (Agência Espacial Norte-Americana) acaba de confirmar aquilo que os calendários da civilização Maia já sabiam há séculos: o fim do mundo ocorrerá em 2012!!! Este é o ano no qual a NASA confirma que ocorrerá aquela que os cientistas já estão chamando de “a mãe todas as tempestades solares”. E, para aqueles que ainda não estão informados, tem havido ampla divulgação por publicações especializadas em Arqueologia o fato de que os calendários Maias não se estendem além do dia 21 de dezembro de 2012. Por quê? Pois bem, eis a questão! Nenhum dos cientistas conseguiu até hoje uma explicação razoável. Por isso, e também por cálculos recentes feitos pela Sociedade Americana de Astronomia, o pânico e a histeria começam a tomar conta de boa parte dos cientistas, já que os Maias estão incluídos há muito tempo na lista dos povos mais avançados em Astronomia do mundo antigo.
“Será um dia no qual não adiantará usar filtros solares com fator 100 de proteção”, afirma de maneira lúgubre o Dr. Donald Duck, chefe do Departamento de Pesquisas em Tempestades Solares da Agência Espacial Norte-Americana.
Fonte:http://www.julela.com/2008/10/nasa-confirma-suspeitas-para-2012.html
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Número de mortos no terremoto no Chile passa de 120
45 minutos atrás
Por Redação Yahoo! Brasil
Um terremoto de mais de 8 graus na escala Richter causou neste sábado mais de 120 mortos, segundo relatos iniciais das autoridades do Chile, e uma grande destruição no centro e no sul do País.
Às 03h36 deste sábado, quando a maioria dos 17 milhões de chilenos ainda dormiam, ocorreu o tremor que, segundo os analistas, foi 50 vezes mais poderoso que o sismo do Haiti em 12 de janeiro. O número de mortes é bem menor porque o Chile é um país mais bem preparado para terremotos, devido ao seu extenso histórico de tragédias desse tipo.
O Instituto Geológico dos Estados Unidos atribuiu ao tremor uma magnitude de 8,8 graus na escala Richter e situou seu epicentro na região sulina de Bio-Bio, a 500 quilômetros de Santiago e a cerca de 90 quilômetros ao sudeste de Concepción, a capital regional.
No entanto, o Instituto Sismológico da Universidad de Chile disse que o tremor alcançou 8,3 graus na escala Richter e teve o epicentro no litoral, a 63 quilômetros ao sudoeste da cidade de Cauquenes, no limite entre as regiões do Bio-Bio e Maule, mais ao norte.
De acordo com os relatórios das autoridades chilenas, Maule, a 300 quilômetros de Santiago, foi a mais atingida. Também ocorreram mortes na região metropolitana de Santiago, O'Higgins, Bio-Bio, Araucania e Valparaíso.
A presidente Michelle Bachelet, que chegou ao Escritório Nacional de Emergência (Onemi) poucos minutos depois do terremoto, viajou a Maule antes do meio-dia, para ver de perto os efeitos do terreno na área.
Todo o território entre as regiões de Valparaíso e Araucania foi declarado em estado de catástrofe pelo Governo, que imediatamente começou a contabilizar os danos materiais, que incluem queda de pontes e passarelas nas estradas que ligam Santiago ao sul do país.
As autoridades recomendaram os chilenos a não viajar, salvo por extrema necessidade, enquanto as cidades atingidas, entre estas a capital, permanecem quase paralisadas.
Em Santiago, não está funcionando a ferrovia subterrânea e o transporte de superfície está bastante reduzido. O aeroporto internacional foi fechado devido alguns danos na torre de controle e no terminal de passageiros.
Em princípio, as autoridades informaram que o aeroporto estaria fechado por 24 horas. Mais tarde, no entanto, a medida foi estendida para 48 horas e fontes aeronáuticas não descartam uma nova prorrogação da paralisação.
Isso colocou em suspenso a realização do 5º Congresso da Língua, que deveria começar em Valparaíso na próxima terça-feira, com a participação dos Reis da Espanha.
O terremoto se estendeu por mais de 800 quilômetros da geografia chilena, com intensidades de até 9 graus na escala internacional de Mercalli, que vai de 1 a 12, segundo as autoridades. O tremor foi sentido também no Brasil, na Argentina, na Bolívia, no Paraguai e no Peru, sem registro de vítimas ou danos materiais.
Até as 12h, mais de 20 réplicas haviam sido registradas no Chile, com magnitude superior a 5 graus na escala Richter.
O tremor levou a maioria dos países do Pacífico a lançarem alertas de tsunamis, algo que a Marinha chilena descartou, apesar de alguns episódios de ressacas em algumas localidades. Austrália e Japão estão entre os que demonstram maior preocupação. No Havaí, o governo americano estima que uma grande onda de até dois metros chegue por volta das 18h20 (horário de Brasília) deste sábado.
No arquipélago de Juan Fernández, a 600 quilômetros do litoral chileno, uma onda de 7 metros atingiu uma localidade, onde aldeões disseram às emissoras de rádio que havia três desaparecidos. A Marinha chilena iniciou a evacuação de alguns setores da Ilha de Páscoa, localizada a 3.500 km da costa do Chile no Oceano Pacífico, devido ao risco de formação de ondas gigantes após o terremoto. Ondas consideráveis já danificaram algumas casas na localidade de Iloca, na região do Maule e na Ilha de Páscoa, apesar de esta ficar a 3,6 mil quilômetros da região afetada. As autoridades locais evacuaram Hanga Roa, o principal povoado do lugar e capital da ilha.
Apesar de estarem acostumados a viver sobre um solo agitado por uma média de 20 tremores diários, a maior parte imperceptível para a população, os chilenos seguem buscando uma resposta para estes fortes golpes da natureza. Uma delas é que o Chile está situado no "Anel de Fogo", uma das regiões mais sísmicas de todo o mundo.
Estatisticamente, a interação entre as placas tectônicas de Nasza e da América do Sul produz um sismo destruidor a cada 10 anos, uma média de 20 pequenos tremores diários e quase 4 mil movimentos sísmicos anuais, segundo o Instituto de Geofísica da Universidad de Chile.
A história sísmica do Chile remonta a 28 de outubro de 1562, quando 2 mil pessoas morreram na região de Concepción, a 520 quilômetros ao sul de Santiago. Desde então, o Chile sofreu 83 grandes terremotos, que nos últimos 50 anos causaram 40.265 vítimas mortais.
O último grande sismo que atingiu o norte do Chile ocorreu em 30 de julho de 1995, quando um terremoto de 7,8 graus na escala Richter sacudiu a cidade de Antofagasta, a 1.368 quilômetros de Santiago, com mortos, feridos e danos consideráveis.
Os brasileiros que queiram informações sobre parentes e amigos no Chile podem ligar para o Consulado do País no Rio de Janeiro: (21) 3579 9658 / (21) 3579 9660 / (21) 3579 9761.
Com informações da AFP, Agência Estado, EFE e Reuters
45 minutos atrás
Por Redação Yahoo! Brasil
Um terremoto de mais de 8 graus na escala Richter causou neste sábado mais de 120 mortos, segundo relatos iniciais das autoridades do Chile, e uma grande destruição no centro e no sul do País.
Às 03h36 deste sábado, quando a maioria dos 17 milhões de chilenos ainda dormiam, ocorreu o tremor que, segundo os analistas, foi 50 vezes mais poderoso que o sismo do Haiti em 12 de janeiro. O número de mortes é bem menor porque o Chile é um país mais bem preparado para terremotos, devido ao seu extenso histórico de tragédias desse tipo.
O Instituto Geológico dos Estados Unidos atribuiu ao tremor uma magnitude de 8,8 graus na escala Richter e situou seu epicentro na região sulina de Bio-Bio, a 500 quilômetros de Santiago e a cerca de 90 quilômetros ao sudeste de Concepción, a capital regional.
No entanto, o Instituto Sismológico da Universidad de Chile disse que o tremor alcançou 8,3 graus na escala Richter e teve o epicentro no litoral, a 63 quilômetros ao sudoeste da cidade de Cauquenes, no limite entre as regiões do Bio-Bio e Maule, mais ao norte.
De acordo com os relatórios das autoridades chilenas, Maule, a 300 quilômetros de Santiago, foi a mais atingida. Também ocorreram mortes na região metropolitana de Santiago, O'Higgins, Bio-Bio, Araucania e Valparaíso.
A presidente Michelle Bachelet, que chegou ao Escritório Nacional de Emergência (Onemi) poucos minutos depois do terremoto, viajou a Maule antes do meio-dia, para ver de perto os efeitos do terreno na área.
Todo o território entre as regiões de Valparaíso e Araucania foi declarado em estado de catástrofe pelo Governo, que imediatamente começou a contabilizar os danos materiais, que incluem queda de pontes e passarelas nas estradas que ligam Santiago ao sul do país.
As autoridades recomendaram os chilenos a não viajar, salvo por extrema necessidade, enquanto as cidades atingidas, entre estas a capital, permanecem quase paralisadas.
Em Santiago, não está funcionando a ferrovia subterrânea e o transporte de superfície está bastante reduzido. O aeroporto internacional foi fechado devido alguns danos na torre de controle e no terminal de passageiros.
Em princípio, as autoridades informaram que o aeroporto estaria fechado por 24 horas. Mais tarde, no entanto, a medida foi estendida para 48 horas e fontes aeronáuticas não descartam uma nova prorrogação da paralisação.
Isso colocou em suspenso a realização do 5º Congresso da Língua, que deveria começar em Valparaíso na próxima terça-feira, com a participação dos Reis da Espanha.
O terremoto se estendeu por mais de 800 quilômetros da geografia chilena, com intensidades de até 9 graus na escala internacional de Mercalli, que vai de 1 a 12, segundo as autoridades. O tremor foi sentido também no Brasil, na Argentina, na Bolívia, no Paraguai e no Peru, sem registro de vítimas ou danos materiais.
Até as 12h, mais de 20 réplicas haviam sido registradas no Chile, com magnitude superior a 5 graus na escala Richter.
O tremor levou a maioria dos países do Pacífico a lançarem alertas de tsunamis, algo que a Marinha chilena descartou, apesar de alguns episódios de ressacas em algumas localidades. Austrália e Japão estão entre os que demonstram maior preocupação. No Havaí, o governo americano estima que uma grande onda de até dois metros chegue por volta das 18h20 (horário de Brasília) deste sábado.
No arquipélago de Juan Fernández, a 600 quilômetros do litoral chileno, uma onda de 7 metros atingiu uma localidade, onde aldeões disseram às emissoras de rádio que havia três desaparecidos. A Marinha chilena iniciou a evacuação de alguns setores da Ilha de Páscoa, localizada a 3.500 km da costa do Chile no Oceano Pacífico, devido ao risco de formação de ondas gigantes após o terremoto. Ondas consideráveis já danificaram algumas casas na localidade de Iloca, na região do Maule e na Ilha de Páscoa, apesar de esta ficar a 3,6 mil quilômetros da região afetada. As autoridades locais evacuaram Hanga Roa, o principal povoado do lugar e capital da ilha.
Apesar de estarem acostumados a viver sobre um solo agitado por uma média de 20 tremores diários, a maior parte imperceptível para a população, os chilenos seguem buscando uma resposta para estes fortes golpes da natureza. Uma delas é que o Chile está situado no "Anel de Fogo", uma das regiões mais sísmicas de todo o mundo.
Estatisticamente, a interação entre as placas tectônicas de Nasza e da América do Sul produz um sismo destruidor a cada 10 anos, uma média de 20 pequenos tremores diários e quase 4 mil movimentos sísmicos anuais, segundo o Instituto de Geofísica da Universidad de Chile.
A história sísmica do Chile remonta a 28 de outubro de 1562, quando 2 mil pessoas morreram na região de Concepción, a 520 quilômetros ao sul de Santiago. Desde então, o Chile sofreu 83 grandes terremotos, que nos últimos 50 anos causaram 40.265 vítimas mortais.
O último grande sismo que atingiu o norte do Chile ocorreu em 30 de julho de 1995, quando um terremoto de 7,8 graus na escala Richter sacudiu a cidade de Antofagasta, a 1.368 quilômetros de Santiago, com mortos, feridos e danos consideráveis.
Os brasileiros que queiram informações sobre parentes e amigos no Chile podem ligar para o Consulado do País no Rio de Janeiro: (21) 3579 9658 / (21) 3579 9660 / (21) 3579 9761.
Com informações da AFP, Agência Estado, EFE e Reuters
terça-feira, 30 de junho de 2009
Quem espera sabe o que espera.
Último domingo de junho, dia frio e amigos ligando em busca de diversão e distração, absolutamente não quero sair de casa, prefiro começar o dia deitado que pensar nas providências da semana, sonhar acordado e deitado na cama macia e quente não me deixa muito a vontade para iniciar as atividades corriqueiras do típico dia branco e cinza, pensamentos sobre o alinhamento galático e a queda do sistema econômico mundial povoa minha mente de tal forma, que não consigo prever boas novas para o novo tempo que se constroi dia a dia ou se destroi dia a dia, decido ler mais a respeito, encontro textos de muitas pessoas com idéias e suposições idênticas as minhas, pelo menos não sou o único a pensar sobre esse assunto que cada dia fica mais atual, tendo em vista os acontecimentos mundiais vou percebendo os sinais para uma mudança irreversível e próxima.
Quem espera sabe o que espera.
Quem espera sabe o que espera.
Assinar:
Postagens (Atom)
